TFP, portraits, portfolios and meeting strangers in the park...

My work as a whole, particularly on the translation side, is focused quite heavily on businesses and marketing materials. But portrait photography is something I would really love to incorporate more. I enjoy anything where I can be creative, but the human element and the connection with a person through a lens... there’s just something extra special about it.

 
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And, of course, there comes a time in every portrait photographer’s life when they must branch out beyond shooting friends and family. For me, that time came pretty quickly - I’m not from around here, and I really don’t know many people yet...

If you want to attract customers or even approach businesses with creative ideas, you need a portfolio. However, a) you need images that specifically represent what you’re pitching, and b) you can only get so far before you really need some variety. Not to mention experience shooting with people you don’t know.

At this stage in the game, an experienced model isn’t going to be paying a less experienced photographer. And that same photographer isn’t necessarily in a position to invest more money into hiring experienced models just for personal projects. Equally, an experienced photographer isn’t going to be working for free, and an inexperienced model might not have the cash to afford one. So... how does anyone get anywhere?

Well, this is where TFP comes in (‘time for photos’, or ‘time for prints’ if you’re from the film era). Commonly referred to today as ‘testing’ or a ‘test shoot’ in the modelling world, these provide an excellent opportunity for all parties to benefit. Whether it’s a photographer and a model or a group including make-up artists and stylists, there’s really no limit except for what you agree together. Everyone comes away with images for their portfolio and to promote their work, a ton of experience and, even more importantly, connections. It’s a chance to meet people in your area you can call on for future projects.

Everybody wins!

In my particular case, I’ve opened up this concept to everyone - i.e. not exclusively aspiring models. I’m looking for anyone who feels they fit the themes I currently need for my portfolio and who would like some free photos (fashion/beauty, dance, martial arts and couples). So, I posted some ads on Instagram! Of course, meeting strangers in a park can be quite daunting at first, and you certainly need to exercise caution - if anything in the initial correspondence seems off, it’s just not worth the risk. But, with the people you do book, it’s a great challenge and a great feeling to meet new people and spend 2 hours together to capture and showcase who they are.

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Which leads me to this blog post! On 4 September, I did my first in this series of TFP shoots with Carolina. Luckily for me, we had actually met a few times in the past, as she and my girlfriend used to work together.

I picked the park in Caldas da Rainha as the location because there is just such variety in there. No matter what look you’re going for, you really can’t go wrong!

Carolina brought her brother Leo along - something I wholeheartedly recommend if you’re a young woman (or indeed a young man) going to meet a random photographer in a park somewhere! Having a friend or family member there is a great way to help the model feel at ease for that first shoot together, which in turn is great for the photographer! This was particularly true in my case, as he was an extra set of eyes looking in from the outside, able to help me communicate more effectively (although I speak Portuguese, almost all my photography experience until now has been in English). He even held my reflector and pitched in to help with the flash!

Honestly, the hours flew by and I had such a great time. Carolina was really helpful and did an awesome job modelling. (Even when I made absolutely no sense!) She got what I was trying to do and gave me a lot in terms of expressions. It was a beautiful day, and we had no end of spots to choose from, starting off with natural light, playing with some fairy lights for a bit, and later incorporating flash with ambient light. We even had time for a few bokeh panoramas*!

Coming soon: the results of Shoot #2 in this series with master martial artist Fabio Chuairi!

*Bokeh panorama: commonly known as the ‘Brenizer method’, this is a technique used to mimic the old medium-format look, combining a wide-angle shot with the compression and bokeh-ry goodness of a telephoto (portrait) lens

Featured model: Carolina (@omariacarolina)

Text and images by: Ben Lamy | Photographer & Translator

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Lords of the Baile

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As someone who’s spent most of the past decade shut away in a home office working odd hours to meet deadlines, I have to admit my only real experience of the traditional Portuguese popular music played at summer festivals is from TV or heard from a distant festa.

However, transforming my passion for photography into a new business line has given me the opportunity to get out there and see the world again. And this year, I got to see Os Lords perform live at the local Festa de Salir do Porto!

They were a pleasure to watch and to photograph. Timing the shots with the rapidly changing lights to the upbeat music was a challenge, but I came away with some great moments captured.

They’re fun, they’re talented, and they put on a real performance!


Featured: Os Lords – a traditional popular music group from Peniche
https://www.facebook.com/OsLordsGrupoMusical/


Text and images by: Ben Lamy | Photographer & Translator

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Fotógrafos, modelos e o famoso ‘book’ - é um golpe? Não... mas tenha cuidado!

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Noutro dia, recebi um pedido: “Gostaria de saber se você faz books.”

Tive de ser honesto: não tenho experiência na produção dos ditos ‘books’ (aquela pasta de apresentação com fotografias individuais impressas no formato desejado pelas agências de modelos).

O meu pacote THE MODEL é destinado à pessoa que sabe (mais ou menos) o que quer ou o que precisa, ou que já tem um portfólio e quer ampliá-lo, ou que tem um website / redes sociais que promovem a sua atividade de modelo.

Mas há muitas pessoas (especialmente jovens estudantes) que ainda não chegaram a esse ponto, ou que não sabem o que precisam do fotógrafo. Estas pessoas também precisam de imagens de qualidade, e merecem ter acesso. Só que, não sabem onde se dirigir. Não moram perto de uma agência conhecida; há pequenas agências que cobram o serviço com ‘promessas’ de trabalho; há quem diz que sai mais barato falar diretamente com o fotógrafo... Como proceder?!

Por isso, comecei a investigar mais o assunto. E, tal como elas, encontrei muita confusão. Há um monte de dicas para construir um bom book, e há um monte de artigos avisando que o book é só um golpe das agências e de fotógrafos tipo vilão de Disney.

Portanto, vou tentar ajudar…

Há agências com site muito profissional mas que não explicam muito bem o que precisam de si, e parece que sai bastante caro o processo de se inscrever, fazer o book, fazer formação, etc.

Há outras que dizem exatamente o que precisam de si, que pode trazer o seu book se já tiver, mas que têm estúdio próprio. Vão produzir elas as imagens que querem mostrar aos clientes. Se for uma agência mais ou menos grande, e de confiança, geralmente não cobram esse serviço. Se gostam de si no casting, fazem um investimento em si, ou deduzem o custo em trabalhos futuros.

Depois há agências mais pequenas, que não conseguem oferecer o book mas que são sérias, e outras que só querem o seu dinheiro e não fazem nada para lhe encontrar trabalho.

Então… como saber se uma agência é duvidosa?

Coisas que saltam à vista:

  • se nem tem domínio próprio (mau sinal: MelhorAgencia.wix.com.duvidosa.pt)

  • se não tem muita informação útil no site

  • se as imagens que publica estão tortas (o horizonte no fundo parece esquisito e você tem tonturas quando olha para a foto)

  • se as imagens não são nítidas (mesmo que não perceba nada sobre a fotografia, é fácil comparar a qualidade lado a lado com as imagens no site de uma agência muito conhecida)

  • se as imagens não têm bom equilíbrio de iluminação (ou seja, em cada foto o céu fica tão luminoso que nunca consegue ver detalhes, ou do outro lado consegue ver todos os detalhes mas o rosto não se vê muito bem; há uma aura roxa ou verde cerca do modelo; são muito saturadas - os rostos são todos laranjas; têm borrão ou desfoque de movimento, etc.)

  • se as imagens não são interessantes (ou seja, são todas as mesmas, sem variedade, modelo desconfortável com sorriso falso sempre olhando para a lente; não capturam qualquer conexão ou personalidade)

  • se o ‘book’ que produz for na verdade a pasta mais barata encontrada na seção Regresso às Aulas no supermercado

  • se há fóruns com mães e pais lamentando que pagaram o book daquela agência e a Maria ou o João nunca mais teve qualquer contacto...

 
Então… ONDE FICAMOS?!

O que é certo é que qualquer modelo precisa de algum tipo de portfólio, que seja o book tradicional, um website ou um Instagram dedicado. Não precisa de ter tudo feito num instante, mas precisa de algo que pode mostrar.

O book, ou qualquer portfólio, é algo que se construi com tempo. Vai adicionando mais à medida que ganhar experiência. Mas, claro, precisa de começar em algum lado.

Se vai inscrever-se numa agência só, e essa agência não pede muita coisa - se dizem que tratam de tudo sem custo adicional se gostam de si, pode ser que só precisa de algo muito básico. Uma foto de rosto e uma de corpo inteiro, naturais, tiradas no telemóvel. Pode arriscar!

Mas tem que pensar, essa agência vai receber centenas de inscrições com as mesmas fotos diariamente. E, o que acontece se quiser concorrer a outros trabalhos ou outras agências, ou até diretamente a contraentes?

Se for sincero(a) quando diz que quer ser modelo, tal como em qualquer profissão, deve pensar em algo que destaca. Sobretudo de hoje em dia quando qualquer pessoa pode tentar a sua sorte.

Se não tem dinheiro para um bom serviço de estúdio, ou simplesmente não há na sua zona, mas tem uma ideia do seu estilo e de qual tipo de trabalho quer contratar, e quer começar a construir algo:

O MÍNIMO, na minha opinião, seria:

  • 1 retrato de rosto e 1 retrato de corpo inteiro (jeans+camisa), feitos por um fotógrafo que percebe como capturar uma imagem de si que é mais do que ‘mais um rosto’ (é uma questão de ver se gosta do portfólio dele/dela). E que tem uma máquina capaz de produzir o tamanho de impresso que precisa (mesmo que fique para imprimir mais tarde – diga-lhe o tamanho que pode precisar)

  • 3 imagens ‘moda’ ou ‘lifestyle’ com looks diferentes

  • 1 imagem mais criativa que chama atenção ou mostra uma boa capacidade de emoção

São 6 imagens excelentes, que capturam o que quer mostrar sobre si. Podia fazer mais que ficam para o website/Instagram, se o seu orçamento o permitir, mas são 6 para apresentar.

Tal como a maioria das pessoas que não vão ler até aqui porque há mais de 3 linhas, uma agência que recebe centenas de inscrições não quer ver 20 imagens similares, de alguém que ainda não tem muita experiência. Querem ver o essencial, o seu potencial, alguma versatilidade, e o tipo de trabalho que podem visionar para si.

E para fazer isso, você pode construir uma sessão personalizada com qualquer bom fotógrafo. Que seja uma empresa ou uma pessoa, eu sou dedicado ao sucesso dos meus clientes. E sinceramente, um bom plano, um fundo dobrável portátil preto/branco e um bom flash, e um parque local durante a tarde são suficientes para começar!

Depois por exemplo quando tem mais experiência e tem adicionado trabalhos ao portfólio, pode procurar um estúdio que tem os recursos para lhe dar tudo - espaço privado, computador para ver logo as imagens, equipamentos mais avançados, experiência especializada, fundos mais interessantes, estilista, maquiagem…

Mas, não podemos ignorar o outro lado da moeda! Se for alguém que ainda não sabe qual tipo de modelo quer ser, e precisa de um fotógrafo que pode tratar de tudo, ou simplesmente se for alguém que quer a experiência de estúdio desde o início, pague esse serviço! Mesmo que tenha de economizar durante algum tempo, se é a opção certa para si, é um investimento para a sua carreira! Não tenha medo por causa dos artigos sobre golpes, há bons estúdios (e boas agências pequenas), honestos. É uma questão de usar a cabeça quando vai à procura deles! Procure qualidade, não só o preço.

Portanto, não, o book em si não é um golpe. Até certo ponto é essencial. Mas há maneiras diferentes de construí-lo, e sempre haverá quem tenta tirar partido de pessoas inocentes em qualquer ramo!

Autor: Ben Lamy | Fotógrafo & Tradutor

There’s a feeling I get when I look to the Oeste…

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On Portugal’s West Coast lies a small seaside town, Salir do Porto. Every August, the local council and the Centro Recreativo e Cultural transform this quiet, peaceful place into the home of a giant stage for five days to host the Festa de Salir do Porto summer festival. And for me, as a rocker and a metalhead, this year’s highlight had to be BEN BAND!

As the previous act cleared the stage, three guys emerged from the crowd, vaulting up the steps, and began to take their positions. With frontman Palex on the guitar, Ricardo rocking the bass and André giving the drums all he’s got, neither I nor my camera was prepared for what happened next…

They were ABSOLUTELY AWESOME! I’m fairly new to the area, so this was my first time experiencing BEN BAND – and it was a thrill. Look at their Facebook page and you might see a local cover band playing in bars. But let me tell you, they owned that massive stage, and it was not their first rodeo!

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A Festa de Verão wouldn’t be complete without a rendition of Fear of the Dark, but these guys clearly appreciate metal, and they really did it justice. The vocals, the instruments, the theatre of it all, everything was on point.

It was two glorious hours of rock and metal, spanning the entire spectrum from Iron Maiden and Metallica to Led Zep to Kings of Leon and Radiohead. As a cover band, they can pretty much take anything you throw at them – literally! With people drunkenly shouting out requests for Pink Floyd; entitled millennials clambering on stage to play air guitar with the crutches they’d *borrowed* from some poor girl in the audience, BEN didn’t falter, not once. Cool, calm and collected, Ricardo skilfully played through while an inebriated youth attempted to hug him, demanding they sing him Happy Birthday, while André kept that beat and Palex continued to wow with his impressive pipes and guitar mastery.

During this season of massive festivals, it might be easy to overlook the small villages, but BEN BAND is on the prowl, and I’m excited to see where they go next!

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Featured:
BEN BAND – a cover band from Benedita, Portugal
https://www.facebook.com/Benband.Covers/

Text and images by:
Ben Lamy | Photographer & Translator

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Fun & games with the Godox XPro-S flash trigger

For anyone using a Sony mirrorless camera and Godox flashes:

I recently purchased the XPro-S to use with my Sony a6400 and found, to my dismay, that it would not work!
It would shoot with a delay before firing and then stop firing altogether after switching to TTL.

After a useless reply from the online shop I bought it from and an unanswered e-mail to Godox Support, I found someone in a forum describing a similar problem…

Simply disable ‘Red Eye Reduction’ in the camera menu (Camera Settings 1 > Page 10, or Camera Settings > Page 2 on older models such as the a6000), and you’re good to go!

With that done, I can happily report that the XPro-S now works perfectly on my a6400. I heartily recommend it!

Bonus tip:

More well-known is the fix for banding when using HSS on Godox flashes. When using higher shutter speeds, disable ‘e-Front Curtain Shutter’!